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Mês alerta para a conscientização sobre o autismo

Um período que destaca a importância de ampliar o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista, também conhecido pela sigla TEA. Essa é a proposta do ‘Abril Azul’, o tradicional movimento que visa conscientizar a sociedade sobre o assunto.

De acordo com a psicóloga que atua no serviço público de Erebango, Aline Marcon da Silva Braciak, há uma compreensão cada vez melhor sobre o transtorno, os sinais de alerta, os comportamentos e por consequência, as pessoas buscam mais informações, avaliações e outros recursos profissionais com antecedência. “Se for uma criança, ela pode receber atendimento de um clínico geral ou ainda, de um neurologista, psicólogo, neuropsicólogo – em alguns casos -, e toda uma equipe que fará avaliações até chegar em um diagnóstico”, comenta ao acrescentar que alguns aspectos importantes podem surgir em uma consulta ou, também, a partir de sinais observados por professores em sala de aula. “Nesses casos, os pais são comunicados e a rede da Unidade Básica de Saúde é acionada para fazer o acolhimento e todos os encaminhamentos necessários”, explica a psicóloga.

Tratamentos
Sobre as possibilidades de tratamento para o TEA, Aline reforça que o ideal é que os indivíduos recebam um tratamento individualizado, uma atenção única, o chamado plano singular de atendimento. “Isso é porque cada pessoa pode desenvolver habilidades específicas. Desse modo, entre os profissionais que podem estar envolvidos no acompanhamento, estão neurologistas, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais”, pontua.

Onde buscar ajuda?
Em caso de dúvidas e mais orientações, a comunidade erebanguense pode conversar com a equipe multiprofissional da UBS. O município integra um programa estadual, o TEAcolhe, o qual concede suporte e indica os centros de referência de atendimento às crianças e como podem ser realizados os encaminhamentos.

Mais sobre o TEA
O TEA é um distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento, que podem englobar mudanças qualitativas e quantitativas da comunicação, seja na linguagem verbal ou não verbal, na interação social e do comportamento, como: ações repetitivas, hiperfoco para objetos específicos e restrição de interesses. Dentro do espectro são identificados graus que podem ser leves e com total independência, apresentando discretas dificuldades de adaptação, até níveis de total dependência para atividades cotidianas.
 

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